Na Formula Oats desta semana, cavaleiros mercenários contam suas odisseias e explicam como algumas moedas os elevaram a um status tão nobre quanto o da realeza.
Banco Felipe investiu muito dinheiro em Sans-Bière, mas ele é um dos poucos pilotos mercenários que merece seu lugar graças ao seu talento inegável. Marcus Personne também foi contratado por Sans-Bière porque tem recursos, mas não traz nenhum mérito.
Roberto Scorie está ansioso para fazer sua estreia em Malaria, mesmo estando dois minutos atrás dos líderes. O abade Booth-en-train, reitor de Malaria, também luta para manter sua equipe à tona, embora ela já esteja a vinte mil léguas submarinas.
Tata Monica é a única mulher reitora da Fórmula Oats. Ela está sobrecarregada com as finanças de Sans-Bière e reduzida a procurar apenas pilotos sem talento, mas ricos. BANCO FELIPE – «Meu belo banco, ó meu volante, gastámos o suficiente entre os ricos suíços? Financiámos suficientemente um balde loucamente apaixonado?» PASTOR LE FOL – «Cantei os meus conhecimentos no ano passado sem saber que Luthus, sob a aparência de uma equipa que morre esta noite, gritaria amanhã as suas queixas. » ROBERTO SCORIE – «Numa noite de bebedeira em Londres, um mendigo que se parecia com o padre Booth abordou-me, e a piedade que ele me inspirava fez-me acreditar nesta história encantadora.» BANCO FELIPE – «Meu belo banco, ó meu volante, gastámos o suficiente entre os ricos suíços? Financiamos o suficiente para um balde loucamente… » ROBERTO SCORIE – «Segui aquele triste mendigo que assobiava enquanto chorava; parecíamos estar no meio de um romance policial, dois vagabundos ensanguentados, ele como São Francisco, eu como César. » TATA MONICA – «Era o seu dinheiro burguês, as suas cuecas Dior no seu rabo nu, rápido e ágil como uma abóbora, mas oh tão rico e opulento, que podia roubar o meu coração.»
MARCUS ERICSSON – «Eu estava saindo da Ikea quando me deparei com uma mulher miserável que mendigava de joelhos sob o olhar de seu contador, pedindo-me para assinar seu papo furado. » BANCO FELIPE – «Meu belo banco, ó meu volante, gastamos o suficiente entre os suíços ricos? Financiamos o suficiente para um balde loucamente…»
«Ó meu patrocinador, ó tu que és luminoso, árvores verdes da Amazônia e corpos brancos dos Guarani, caçadores mortos, ó que despedida. Olha para onde vão os nossos antepassados; é a época, vamos Marcus, vem passear na Malásia. Deveria ter sabido que esta época cheirava a problemas? Voltemos ao Angelus. O DINHEIRO (em Despote) – «Os anos sombrios voltaram, quando eles abraçaram os tempos sombrios, minha escuridão, presa em restrições, as notas verdes escondidas na sombra. O CONDE DE MONCET – «Eu, que conheço o destino dos hilotas, as lamentações dos nossos anos, os hinos dos escravos aos coiotes, as rupturas dos mal-amados e os cânticos para o Despota. Os Oats estão a morrer, eu tremo; adoro esses belos ídolos, as memórias que lhes assemelham, as paradas enterradas e as farandolas. Sou fiel e implorante. » BANCO FELIPE – « Meu belo banco, ó minha roda, gastámos o suficiente entre os suíços abundantes? Financiámos o suficiente para uma banheira loucamente apaixonada? »